Secretaria de Estado de Saúde descarta circulação da ‘supergripe’ em MS

Termo 'supergripe' está sendo atribuído às variantes da Influenza A: H3N2-K e H4N2 — mas SES afirmou não haver casos no Estado

Secretaria de Estado de Saúde descarta circulação da ‘supergripe’ em MS

A Secretaria de Estado de Saúde informou que não há circulação da classe K do vírus Influenza A H3N2 em . O subtipo ganhou destaque internacional nas últimas semanas e foi apelidado de ‘supergripe’ nas redes sociais, mas o termo não é reconhecido pelas autoridades sanitárias.

Segundo a pasta, as análises realizadas até agora não identificaram nenhum caso relacionado à variante. No Brasil, existe apenas uma notificação ligada ao período da COP30, mas sem confirmação laboratorial e sem indícios de transmissão. A SES reforça que não há evidência alguma de dispersão viral no país.

Diante das dúvidas que surgiram após o aumento de casos de influenza no exterior e da morte de uma criança por H3N2 em Barretos (SP), a secretaria orienta que a população sempre siga as medidas básicas de prevenção. Entre elas, estão etiqueta respiratória, evitar aglomerações e uso de máscara por quem apresentar sintomas de síndrome gripal. As recomendações permanecem as mesmas e não houve alteração nos protocolos estaduais.

 

Supergripe

A repercussão do termo ‘supergripe’ cresceu depois que hospitais e escolas dos Estados Unidos e da Europa registraram mais internações e afastamentos devido ao H3N2 subclasse K.

A OMS informou que a atividade da  está dentro do esperado para a temporada e que as vacinas continuam oferecendo proteção, principalmente contra formas graves.

Outra preocupação que circulou nas redes foi o suposto surgimento do vírus H4N2 em humanos. Essa informação é falsa. O Ministério da Saúde afirma que não há registros desse subtipo no Brasil nem relatos de surtos ou hospitais lotados.

Nota da SES na íntegra

A SES (Secretaria de Estado de Saúde) informa que, até o momento, não foi identificada a circulação da nova classe K do vírus Influenza A (H3N2) em Mato Grosso do Sul.

No Brasil, há apenas uma notificação relacionada ao período da COP30, porém sem confirmação laboratorial e sem evidências de transmissão ou dispersão viral.

As recomendações permanecem inalteradas, seguindo as medidas preconizadas de prevenção: etiqueta respiratória, evitar aglomerações e uso de máscara por indivíduos com quadro sugestivo de síndrome gripal.

 

Fonte: Midiamax